segunda-feira, 19 de setembro de 2011

6º Congresso de Gerenciamento de Projetos

Gestão de Projetos apoiando o Sistema Eleitoral Brasileiro
Giuseppe Janino, PMP - TSE
 
Gestão Emocional: Uma abordagem cognitivo comportamental
Vera Martins - Assertiva Consultores

terça-feira, 30 de agosto de 2011

DIA V

 O Dia V é um dia de celebrar e comemorar as conquistas do voluntariado realizadas durante todo o ano. É também o dia de realizar alguma ação voluntária transformadora e colocar em prática a solidariedade.

Este ano o Dia V vai acontecer no dia 28 de agosto, quando é comemorado o DIA NACIONAL DO VOLUNTARIADO.


SUSTENTAR 2011

Sustentar 2011 – Belo Horizonte recebe maior fórum de sustentabilidade do país
Sustentar 2011. Guto Abranches. Conta Corrente Globo News

Cartaz do evento para interação.

Stand do SESI programa Minas Sustentável

Michael H. Shuman. Diretor de Pesquisa e Desenvolvi​mento Economico na Aliança de Negócios para Economias locais dos Estados Unidos

Maxine T. MacClellan da Orbifish Global Solutions. Sustentar 2011.
Especialistas nacionais e internacionais se reúnem no Minascentro entre 23 e 25 de agosto em conferências, palestras, debates e workshops distribuídos em 22 eventos simultâneos.


O Instituto Sustentar de Responsabilidade Socioambiental realiza, em Belo Horizonte, o 4º Fórum Internacional pelo Desenvolvimento Sustentável – o Sustentar 2011, de 23 a 25 de agosto, no Minascento, com o tema central “Sustentabilidade na prática: tendências globais, inovação, oportunidades e educação”. Serão 22 eventos simultâneos para o debate de questões relacionadas ao desenvolvimento da economia verde, à responsabilidade socioambiental, às tecnologias e inovações para a sustentabilidade, às mudanças climáticas, aos fundos de investimentos sustentáveis e à implantação de processos sustentáveis na cadeia produtiva de setores como as indústrias da Mineração, do Petróleo e da Construção Civil, entre outros temas. Empresas e entidades de diversos setores, como Petrobras, Fundação Dom Cabral, SindiExtra, Fiemg, Global Reporting Initiative, Sebrae, CBIC e Instituto Inhotim vão levar para o Minascentro experiências, cases e discussões

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Efraim Filho quer regulamentação das lan houses; custo é menor que nos telecentros do Governo



O deputado federal Efraim Filho (DEM-PB), e primeiro vice-presidente da Comissão Especial que analisou a regulamentação das Lan Houses (PL 4361/04) informou que a matéria deverá está na pauta do Plenário na próxima semana.


Efraim Filho disse ser um "erro estratégico" o de não incentivar as lan houses. Na avaliação dele, o governo esquece que o custo da hora na internet é de R$ 1,50 nas lans e R$ 7 nos telecentros oferecidos pelos estados. Ele acredita que a lan house é a melhor forma de promover a inclusão social e digital dos mais humildes.
 Pela proposta, as lan houses serão incentivadas a se legalizar, a desenvolver propostas pedagógicas e a adotar instrumentos que permitam impedir o acesso de menores a conteúdos indesejados. Hoje, há cerca de 108 mil desses centros de informática no Brasil, que garantem o acesso à internet para mais de 28 milhões de pessoas, 44% do total de usuários da rede.
 Na avaliação de Efraim Filho, o Parlamento brasileiro não pode fechar os olhos a uma realidade indiscutível, que é a presença de milhares de lan houses em todas as cidades do País, a maioria delas trabalhando na informalidade, mas prestando um serviço de altíssima relevância, pois são essas lan houses que mais têm promovido a inclusão digital.
 "Dos 12 milhões de computadores vendidos no ano passado, apenas 470 mil foram parar nas lan houses, que têm o poder de inclusão muito maior. O País não está preparando uma matriz eficiente e democrática de acesso", criticou Efraim Filho
 Conforme Efraim Filho a principal reivindicação dos donos de LAN HOUSES nos debates já foi alcançada - a mudança da denominação do setor na Classificação Nacional de Atividade Econômica (CNAE) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
 As lan houses eram classificadas como casas de jogos de diversão e o IBGE alterou essa denominação para atividade complementar a serviços de escritório. A reclassificação ocorreu após reuniões dos integrantes da comissão com o presidente do instituto.
 Com a mudança, a lei poderá prever que as LAN HOUSES prestam serviços complementares ao sistema educacional.
 A classificação como atividade educacional daria aos estabelecimentos direito a uma série de incentivos fiscais e tributários. Para exemplificar, o vice-presidente da Associação Brasileira de Centros de Inclusão Digital (ABCID), Paulo Watanabe, informa que, enquanto uma licença de software custa, em média, R$ 650 no mercado, para estabelecimentos educacionais sai por R$ 50. As licenças, informou, respondem pelo maior ônus dos centros.
 A proposta atribui prioridade para as lan houses no acesso às linhas de financiamento especiais para aquisição de computadores ofertadas pela Administração Pública e em especial por instituições financeiras públicas como Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDESO Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social é uma empresa pública federal vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. O banco financia principalmente grandes empreendimentos industriais e de infra-estrutura, mas também investe nas áreas de agricultura, comércio, serviço, micro, pequenas e médias empresas, educação e saúde, agricultura familiar, saneamento básico e ambiental e transporte coletivo de massa.).
 O texto aprovado prevê também convênios entre os entes federados e as lan houses para ampliar o acesso à internet e também estimular o desenvolvimento de atividades educacionais e culturais.
Fonte:

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Reflexão da Palavra.

DISTÂNCIA
A palavra DISTÂNCIA, no subconsciente, remete invariavelmente a NÃO PROXIMIDADE. Está associada ao distanciamento. Na linguagem corrente, distância é a medida da separação de dois pontos. No conceito geral distante nunca está perto.
Segundo o “Aurélio”, distância é: “1. Espaço entre duas coisas ou pessoas… 4. Separação.” Pois bem, seria a distância razão para o término de uma relação entre duas pessoas?
A educação não deve separar, deve unir e deve ser próxima. O preconceito sobre a Educação a Distância ou sobre o Ensino a Distância (se é que ele realmente existe) vem desta interpretação que está gravada no nosso subconsciente.
O termoEducação em Rede”  tem um forte apelo relacionado à conexão. Educação em Rede pode ser traduzida como integração, interatividade, união e várias terminologias mais favoráveis ao entendimento do propósito de se “ter acesso ao conhecimento”.
Mas qual o conceito de Educação a Distância? Para G. Dohmem:
"A Educação a Distância é uma estratégia educativa baseada na aplicação da tecnologia à aprendizagem, sem limitação do lugar, tempo, ocupação ou idade dos alunos. Implica novos papéis para os alunos e para os professores, novas atitudes e novos enfoques metodológicos."
Na linguagem corrente, distância é a medida da separação de dois pontos. A distância entre dois pontos é medida pelo comprimento do segmento de reta que os liga. Quando se fala na distância entre dois pontos da superfície da Terra, então a distância é o mínimo comprimento entre as possíveis trajetórias sobre a superfície partindo de um ponto e atingindo o segundo (geodésia).
Em aplicações práticas, é comum definir a distância entre dois pontos na Terra como o comprimento da trajetória utilizada por determinado meio de transporte. Assim, fala-se em distância rodoviária, distância ferroviária ou distância aérea.
A distância é sempre uma medida positiva e tem a propriedade de que a distância de um ponto A até um ponto B é idêntica à distância do ponto B até o ponto A
Apesar dos dados positivos, o preconceito no mercado de trabalho ainda existe. “No Brasil ainda há muita desinformação quanto às reais possibilidades e os reais resultados da EAD. O MEC determina, porém, que o diploma para quem faz a universidade a distância ou presencial seja o mesmo. O que importa é a titulação, e não a forma de entrega do conteúdo”, defende Genesini.
A legislação não prevê distinção. No entanto, alguns editais de concursos públicos restringem os egresso a distancia, o preconceito se dá por uma razão histórica. “Como a educação tem um histórico presencial, e como tudo que é novo causa inquietação, a aceitabilidade do mercado de trabalho dos alunos de cursos a distância deve ser definida ao longo do tempo”.